05 museus legais pelo mundo!

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Para quem gosta de aprender e estar cercado de conhecimento, uma ida ao museu pode ser um dos pontos altos de uma viagem. Através da visita a um museu ou centro cultural, você pode conhecer mais sobre um assunto de uma maneira diferente daquela da escola. Deixar o quadro-negro e a teoria de lado para perceber e sentir, frente a frente, o que o mundo fez e ganhou destaque, pode ser essencial para nossa compreensão de mundo.

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Pelo Mundo com o Mundi: Córdoba!

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Córdoba é a segunda maior cidade da Argentina, mas a área verde que cobre o lugar é tamanho que você nem vai sentir o ar de metrópole. Por isso, assim como em Buenos Aires, o melhor jeito de conhecer Córdoba é através das caminhadas. Por lá, você pode visitar museus, templos antigos, praças, parques e muito mais!

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Um Lugar Diferente: Amazonas!

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Nossa lista de lugares diferentes para viajar não para de crescer. Hoje mais uma entrou para nosso mapa particular: o estado do Amazonas! Lá no norte do país, o Pulmão do Mundo nem sempre é um destino muito procurado pelos turistas brasileiros. Mas quem vai, garante: é um lugar incrível que impressiona desde o alto do avião até a ida a vários passeios.

O principal destino para quem pousa no estado do Amazonas, geralmente na cidade de Manaus, é a Amazônia. Nesta região, temos a Floresta Amazônica: rica em biodiversidade, apresenta uma fauna que corresponde a 80% das espécies no Brasil e, ainda mais impressionante, a flora conta com algo em torno dos 10 e 20% das espécies vegetais de todo o planeta! Não podemos esquecer também que o os rios da Amazônia figuram a maior reserva de água doce do mundo.

Vamos destrinchar um pouco sobre a região para que você saiba tudo sobre a Amazônia e a considere para seu próximo destino!

Quando ir

Entre Maio e Junho são ótimos meses para ir visitar o estado. Entre Fevereiro e Abril costuma chover muito e entre Setembro e Novembro é um período muito seco e quente. Outro detalhe enriquecedor do intervalo que vai entre Maio e Junho é que o nível do Rio Amazonas está alto, prometendo experiências ainda mais únicas.

Quanto tempo ficar

Vários viajantes relatam que entre cinco dias e uma semana está de bom tamanho. Ficar pouco tempo pode ser frustrante por não conseguir ver muito e, por outro lado, ficar mais do que o citado pode gerar outro tipo de frustração: a ideia de estar vendo reprises. Se você estiver com alguns dias a mais de férias, a dica é procurar dividir com outros lugares do estado.

Dependendo do número de dias que você tem para viajar, vale considerar Alter do Chão, famosa pela praia de areia branquinha e ares boêmios. Além, é claro, de Manaus – a maior cidade do estado.

Como chegar

A rota mais fácil para a Floresta é através de Manaus – o que é ótimo, pois é mais um lugar para conhecer!

Valores

Visitar a região Amazônica, infelizmente, não é o passeio mais barato que você encontrará em sua vida de viajante. No entanto, não é necessário se assustar e nunca mais querer voltar a ouvir disso. O turista encontra opções de hospedagem e preços acessíveis para as passagens de avião (principalmente se você comparar preços no Mundi), o que já ajuda muito.

Mosquitos

Uma das maiores preocupações em que esbarramos quando o assunto é floresta é com o tal do mosquito. Mas aí vai uma boa notícia e um agradecimento para a Mãe Natureza: o rio Negro, onde fica a maior parte dos hotéis de selva, tem em suas águas um grau de acidez bastante elevada. Isso significa que os insetos não se proliferam. Você encontra mais pernilongos em outras regiões do que lá.

De qualquer forma, fique sempre do lado seguro: leve repelente, consulte seu médico para tomar Complexo B e, durante os passeios, procure estar de calça e camisas de manga comprida!

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Na mala – o que levar

Além de repelentes, antialérgicos e todo material comum de uma viagem (a famosa farmacinha), dê preferência para as roupas leves, chapéu ou boné, biquini, maiô ou sunga e tênis confortáveis para longas caminhadas.

O que fazer

Por lá você pode ir fazer a observação de jacarés, realizar longas caminhadas e respirar o ar puro da mata, visitar uma comunidade indígena e comprar artesanato, pescar piranha (aventura!), ir ao encontro das águas e, claro, fazer o passeio para ver o boto cor-de-rosa.

Dica

Leve dinheiro em espécie, para estar do lado seguro da força, mas principalmente por causa do passeio até a comunidade Indígena. Por lá sempre tem o que se comprar e não há maquininha de cartão :)

Pesquisamos alguns dados aqui:

http://floresta-amazonica.info/

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Com qual amigo você mais gosta de viajar?

A gente nem precisa dizer o quanto nossos amigos são importantes para e na nossa vida, eles estão com a gente desde sempre e tudo indica que estarão para sempre. Para viajar são excelentes companhias, tornando nossa viagem mais legal e deixando possíveis perrengues mais divertidos, além de darem dicas preciosas e nos apoiando até a hora de entrar no avião. Em homenagem ao dia 20 de Julho, o Dia do Amigo, listamos os principais tipos de amigos de quem tanto gostamos! E fica a pergunta: com qual deles você mais gosta de viajar?

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O amigo aventureiro

Quando ele vem com uma superideia de viagem, é comum que os outros fiquem meio receosos e se perguntando: o que vem agora? Dele você não espera nenhum destino tradicional. E mesmo que seja, ele dará um jeito de arrumar programas e passeios que fogem do comum para inserir no seu roteiro e deixar a viagem com um toque de incrível. Espere atitudes espontâneas, longas conversas com pessoas desconhecidas e momentos divertidos para levar para o resto da vida!

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O amigo que ama gastronomia

Como assim ver pontos turísticos? A vibe do amigo que ama gastronomia é fazer roteiros lotados de restaurantes, comidas típicas e idas a feiras para ver o que há de novo nas barraquinhas. Espere ganhar uns quilos a mais, sim, mas ter mais do que peso para carregar: sabores únicos, experiências de vida e ficar mais aberto ao novo, dando chance de conhecer (e gostar ou não) de algo diferente!

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O amigo fotógrafo

Se todo motivo é motivo de selfie, provavelmente você tem como companhia uma pessoa que curte registrar momentos. O amigo fotógrafo tem um olhar único, o que pode garantir imagens incríveis da sua viagem. Ele não tem medo de ousar, nem de perder tempo ou pagar mico até encontrar a foto perfeita. Com ele, você terá em seu álbum fotografias espontâneas, divertidas, lindas e difíceis de escolher as melhores depois!

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O amigo consumista

Não é só de shopping que vivem os consumistas, eles também gostam de feiras e dos famosos outlets. Ter um amigo consumista é bastante útil, pois geralmente são muito ligados a preços e cotações e sabem o que está valendo ou não a pena nos mais diferentes quesitos: das roupas ao táxi. Sem contar que sabem o que é tendência e podem ajudar a comprar coisas legais para você ou como presente. Só vai ser preciso lembrá-lo o tempo todo sobre o peso da mala!

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O amigo cult

Ele sabe tudo sobre tudo, mas sem ser chato (bem, só às vezes)! Viajar com eles é garantir voltar para casa tendo bem mais conhecimento do que quando saiu. Eles sabem a história do lugar, adoram museus, sabem curiosidades de cor e amam aquela foto em pontos marcantes, onde poucas pessoas sacarão o significado. Serão aqueles que provavelmente farão perguntas para os guias ou puxarão papo com o taxista para conhecer a fundo sobre a cidade.

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O amigo perdido

É aquele que deixa para resolver tudo durante a viagem, já dentro do avião. Isso quando não planeja o dia seguinte no dia anterior. Às vezes você se pergunta como ele conseguiu reservar o hotel com antecedência! Ele não tem lá muita habilidade com o mapa, nem sempre lida bem com o dinheiro local, mas tem jogo de cintura suficiente para se comunicar, chegar ao lugar certo sem stress e garantir uma ótima viagem!

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O amigo blogueiro/viajado

Eles tiram foto do prato de comida, do bilhete do trem, da calçada, do design dos prédios, do ônibus, e conseguem esmiuçar tudo isso em detalhes para postar no blog, mostrar para as pessoas ou para ficar na memória das experiências e conversar no bar. No caso do amigo blogueiro, com certeza é aquele que viaja com laptop, tablet ou logo compra um chip local (no caso das viagens ao exterior) para sempre deixar o público atualizado. Esse amigo tem um lugar especial no coração, pois é com ele que garantimos dicas valiosas, sem contar que são fonte infinita de cultura e curiosidades bacanas.

E aí, com qual amigo você mais gosta de viajar? E que tipo de amigo você é? Se ficou faltando algum tipo, fale com a gente! Espalhe a lista para aqueles que fazem a diferença na sua vida e divirta-se! :)

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Roteiro do rock!

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Música é algo que nos acompanha por toda a vida. Assim como a trilha sonora de um filme, existe uma banda para vários momentos e épocas pelas quais passamos. É só reparar! E se estamos falando de vida, o Rock tem a sua própria: estima-se que “surgiu” nos anos 50 vindo do Blues e, desde então, o estilo, o comportamento e seus admiradores já passearam entre a aceitação e o repúdio, já foram queridos e massacrados. Ao passo que várias bandas são reconhecidas por serem 100% rock, outras que usam o mesmo título são vistas com nariz torcido e até com uma ponta de indignação.

Rock é moda? Rock é atitude? As variações do rock são rock? Será que o rock morreu?

Algumas perguntas ficarão em aberto para os mais entendidos, o que se sabe de fato é que várias bandas marcaram o estilo e o Rock ganhou uma data para chamar de sua: 13 de julho, o Dia Mundial do Rock. O motivo da data, como contam, é que foi em julho de 1954 que Elvis Presley, considerado e aceito como o Rei do Rock, entrou em um estúdio de Memphis para gravar “That’s Allright Mamma“.

Este gênero musical tão importante para a história da música, e que ajudou a compor tantos cenários de viagens, acaba de ganhar mais um destaque aqui. Trata-se de um roteiro do Rock que vale a pena conferir.

Estados Unidos

Antes de Elvis entrar pelo Sun Studios, o rock já existia com Chuck Berry, Bill Halley, Little Richard e outros desde o final dos anos 40. O motivo pelo qual eles não foram considerados os reis ou criadores do Rock nos faz pensar na sociedade americana da época, que estava longe de ver um presidente negro e que ainda separava os negros dos brancos. Elvis, que jamais negou a origem de sua arte, teve o papel de abrir os olhos da América para o estilo. Ainda que tenha um background triste, a presença do Rei no cenário deu certo: muitos grandes nomes surgiram durante e depois do sucesso de Elvis Presley.

Além de um grande tour pelas cidades-berço de grandes nomes do Rock, uma viagem para os Estados Unidos pode ser combinada com os vários festivais de música que acontecem por lá. Entre algumas bandas de destaque, Los Angeles é que leva a melhor: Metallica, Guns n’ Roses, Red Hot Chili Peppers e The Doors são de lá. Na Califórnia, tem a cidade do Van Halen e Creedence Clearwater Revival, cujos nomes são Pasadena e El Cerrito – respectivamente. Nirvana e Foo Fighters foi/é de Seattle. Uma horinha de avião de distância, temos Kiss em Nova York e, outra uma hora de avião depois, tem a Boston do Aerosmith.

Inglaterra

O rock inglês nasceu a partir da influência do rock americano e gerou grandes frutos para a história da música mundial. O roteiro pela Inglaterra promete ser inesquecível para os fãs do Rock das antigas e, também, para os sucessos mais recentes – historicamente falando! Para o viajante que reserva um pouco mais de tempo para passear pelo país, pode fazer um verdadeiro tour histórico do rock e conhecer os lugares que foram berço de vários representantes do gênero.

Em Notting Hill, por exemplo, é terra do The Clash. Oxford, do Radiohead. Manchester fez nascer The Smiths e Oasis. The Beatles, são os rapazes de Liverpool. Mas é Londres que fica com o maior número: Rolling Stones, The Who, Sex Pistols, Coldplay, Led Zeppelin e Pink Floyd.

O papel da música varia de pessoa para pessoa: tem gente que vive dela e por ela, tem gente que só curte. Mas, de uma forma ou de outra, ela nos acompanha, faz matar a saudade de um lugar ou de um momento, nos alegra e, assim como uma viagem, tem a capacidade de unir e conectar pessoas de diferentes partes e realidades do mundo! Quais músicas fazem parte da sua vida?

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Um lugar Diferente: Cidade do Panamá!

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Você pergunta: Cidade do Panamá? O que vou fazer lá? Nem sempre presente na lista dos 10+ dos turistas, a não ser para compras devido aos preços muito tentadores, a Cidade do Panamá apresenta em seu cenário prédios altos e modernos, ao mesmo tempo que tem a presença significativa de belezas naturais. O inusitado também faz parte da sua ida até lá, mas isso deixaremos o texto explicar.

Onde fica?

Entre duas grandes porções de terra, a Cidade do Panamá está localizada na América Central. Ainda como dados: é a capital do país, além de ser a cidade mais populosa, principal centro econômico, financeiro, corporativo e cultural do Panamá.

Como chego?

A Cidade do Panamá serve de conexão para outros destinos e, também por isso, é um lugar muito fácil de chegar. Para São Paulo existem voos diretos com viagens durando entre 6h30-7h.

Qual é a moeda?

A moeda utilizada na Cidade do Panamá é chamada Balboa, mas o dólar é aceito em todos os lugares. Uma curiosidade: por lá só tem moedas, não tem notas! Cofrinho por não deve fazer muito sucesso.

Do que preciso?

Para visitar a Cidade do Panamá, você deve tomar a vacina da febre amarela e não precisa de visto (para viagens com menos de três meses), embora o passaporte seja obrigatório.

E o clima?

Para quem sempre fica com medo de pegar temperaturas baixas e passar muito frio, não se preocupe: na Cidade do Panamá faz calor o ano inteiro, mas costuma chover bastante no final do ano.

O que fazer por lá?

Um dos principais atrativos turísticos é ir passear no Canal do Panamá, uma obra gigantesca (81 km de extensão e 10h para atravessar) feita pelos Estados Unidos, que tinha o interesse na passagem estratégica entre os dois oceanos. Além de ser muito legal, ainda tem uma grande fatia histórica para ser apreciada;

Para saber tudo sobre a história da cidade, aí vão dois bairros que são excelentes para isso: o Panamá Viejo e o Casco Antiguo. O primeiro ainda tem várias construções feitas em pedras e o Casco Antiguo conta com museus, praças e igrejas espalhadas por ruas de pedra. É uma viagem no tempo que vale a pena fazer!

Pela Amador Causeway, uma avenida da cidade, é possível fazer uma longa caminhada (ou pegar uma bicicleta, melhor) e observar os grandes edifícios da cidade.

Ilha Taboga (ou Ilha das Flores) é uma ótima opção para fugir do agito da cidade e ir para um lugar totalmente sereno e ideal para quem quer aproveitar para dar um mergulho e curtir a natureza.

Para a vida noturna, vá até a Calle Uruguay e ao Casco Antiguo – que falamos acima. Se você gosta de jogos, no El Cangrejo tem a opção de cassino!

Não sabemos o quão disposto você está de explorar o país, mas pelo Panamá você encontra lugares paradisíacos, como o arquipélago de Bocas del Toro.

Curiosidades sobre a Cidade do Panamá:

A balada é chamada de antro e a dança principal é a salsa;

O táxi por lá não tem taxímetro, então você tem que negociar com o motorista até que cheguem a um denominador comum pelo preço da corrida;

É banhado pelo Oceano Pacífico e Atlântico;

Por causa do posicionamento estratégico da região, lá era alvo de piratas!;

Por lá só tem moedas, não tem notas!;

É um lugar ideal para compras por causa das baixas taxas de imposto – até mesmo para bebidas.

               Só algumas considerações: embora a Balboa seja a moeda oficial, quem circula com intensidade pelas ruas é o Dólar. Sem contar que Uma Balboa = Um Dólar.

               Sempre adicione 7% ao valor que está na etiqueta do produto que você quer levar. Esses 7% são de impostos e não estão inclusos no produto. Se estiver em dúvida, pergunte ao vendedor.

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Pelo Mundo com o Mundi: Rio de Janeiro!

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O Rio de Janeiro é um dos cartões postais do Brasil. Rodeado por belezas naturais, a população é conhecida por ser amigável e hospitaleira. Ao visitar o Rio, não deixe de conhecer a orla carioca em um bom e longo passeio entre os bairros do Leblon e Leme. Você pode alugar uma bicicleta para deixar o trajeto ainda mais dinâmico! Para visitar praias mais calmas, e mais afastadas dos pontos turísticos, vá até a Barra da Tijuca (cheia de shoppings e própria para compras) e Recreio dos Bandeirantes. A vida noturna fica por conta da famosa Lapa e do bairro de Botafogo, por onde não faltam bares e opções de diversão. Outros bairros importantes de serem visitados é o artístico Jardim Botânico (por sinal, vá ao parque Jardim Botânico!) e a alternativa Santa Teresa, por onde costumava passar o bondinho. Outro lugar que merece uma rodada de pastel, fotos e alguma coisa gelada para beber é a Urca. Aos arredores da cidade, boas opções de passeio são Niterói (dá para ir de barca) para conhecer a orla de Icaraí, Petrópolis – a Cidade Imperial – e Búzios, na região dos lagos.

 

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10 dicas para sua próxima roadtrip!

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Com o início de Julho começam também o início de várias viagens por aí. Esse período de férias, que pode ir até Agosto, deixa na gente uma vontade louca de viajar, mas sabemos que nem sempre é possível – seja por causa do trabalho, outros compromissos ou agendas que não batem. Pensando nisso, chegamos a uma solução que pode alegrar quem não pode ficar muito tempo fora e, que ao mesmo tempo, dá uma superideia para quem está indo viajar por uns dias a mais. Que solução é essa? A roadtrip!

Esse termo em inglês nada mais é que o nosso pé na estrada e está totalmente ligada a uma grande experiência. É ideal para quem tem o perfil de explorador, gosta de colecionar momentos e, claro, gosta de conhecer cada cantinho que pareça interessante pela estrada. Uma roadtrip pode ser longa – substituindo o percurso de avião – ou pode ser para quem quer conhecer cidades próximas ou experimentar diferentes asfaltos por aí. Para qualquer possibilidade, algumas dicas são essenciais para uma roadtrip perfeita.

1 – Defina seu roteiro

Essa dica é essencial para quem vai fazer uma longa roadtrip. Pense que não é só pegar o carro e sair por aí: é sempre bom ter uma ideia mínima de onde você irá parar para passar a noite e quais lugares no mapa parecem interessantes para parar e dar uma olhada.

2 – Tenha Planos B – esteja pronto para imprevistos

Mesmo com um roteiro minimamente definido, imprevistos podem acontecer e você não pode se chatear por isso. Então, por exemplo, mesmo que você tenha definido que ia passar a noite no Hotel X, é bom dar uma olhada em algumas outras opções antes e depois do X.

Motivo do antes: vai que chove e sua velocidade na estrada diminua? Motivo do depois: vai que acontece overbooking, vai que você não gosta do lugar? Muito embora seja apenas por algumas horas para dormir, para quem dirige, uma boa noite de sono é essencial.

3 – GPS

Quem se aventura em estradas não muito conhecidas hoje em dia tem a bênção de poder contar com aplicativos e aparelhos que nos ajudam – e muito – na localização e nos informes sobre o trânsito. Então não economize nisso!

4 – Carregadores

É bobo, mas é bom lembrar: invista em carregadores, compre um para o carro e outro convencional, de tomada. O celular é uma mão na roda para qualquer viajante e ainda mais importante para quem está dirigindo e precisa sempre estar bem informado. É comum que a bateria quase desapareça em estradas, pois o sinal é fraco e o aparelho tende a ficar procurando sinal, wifi e tudo mais – com isso, o consumo é bem maior.

Sem dizer que, se você não tiver uma câmera separada, é bem provável que você vá querer tirar muitas fotos.

5 – Suprimentos

Tenha sempre no carro pelo menos uma garrafa de água, uma cheia e outra vazia. A cheia, claro, é para beber. A vazia é caso você pare em algum lugar que tenha bebedouro e possa reabastecer sua garrafinha. Além disso, biscoitos e doces podem ser um bom aliado: tanto para disfarçar a fome, quando para um passatempo.

6 – Custos

Veja mais ou menos quanto você irá gastar de dinheiro com gasolina, pedágio, hospedagem pelo caminho, estacionamento, comida etc. Depois de chegar a um resultado, coloque um X a mais por causa dos imprevistos e dos gastos extras que podem ocorrer.

7 – Trânsito e Estradas

As regras de trânsito são basicamente as mesmas no mundo inteiro, sendo a principal a cautela. De qualquer forma, é bom verificar. No Uruguai, por exemplo, os faróis devem estar sempre ligados – independente da luz do sol ou da chuva caindo.

Também é bom saber sobre a fama das estradas que você pretende pegar. Dirigir pelos EUA, Europa e, pegando o exemplo anterior, Uruguai, é bastante tranquilo. Mas, na Índia, o papo é exatamente o oposto.

8 – Condições do Carro

Faça um check-up completo antes de sair, verifique os mínimos detalhes para não acontecer nenhum perrengue. Assim como você, seu carro também precisa de preparo.

Vai alugar um? O cuidado é basicamente o mesmo, tirando o fato de que você não poderá deixá-lo na mecânica para verificar. Contudo, dê uma boa olhada em volta da lataria para ver se há algum dano prévio, veja a qualidade dos pneus, faça perguntas, teste – mesmo que em um campo curto – os freios, as lanternas, o acelerador, embreagem etc e, finalmente, tenha certeza de estar em posse dos documentos!

9 – O que levar?

Uma viagem de carro tem suas vantagens, como não precisar se preocupar com o peso da bagagem. Mas não é bem assim! Não é por que não há limite de peso é que você levará a pia da sua casa junto. Procure levar o essencial, lembre-se que existem outras pessoas no carro e um espaço limitado no bagageiro. Leve em consideração que você pode subir ladeiras ou pegar estradas de chão e o peso é fundamental para um bom desempenho do carro. Além disso, ir parando de cidade em cidade é um convite para pequenas compras que, multiplicadas pelo número de passageiros, diminui ainda mais o espaço.

Se você for embora do destino de avião, então, viaje leve mesmo! Lembre-se que babagem a mais gera custos a mais.

10 – Quem irá com você?

A pergunta que não quer calar! Dica para decisão: lembre-se que durante toooda sua viagem (dois, dez, quinze dias), essa pessoa estará ao seu lado fulltime. Consegue imaginar alguém?

Viajar com quem nos damos muitíssimo bem é básico, principalmente por causa da necessidade de manter um diálogo aberto o tempo todo, além de ficar tranquilo de verdade se tiver que abrir mão de uma coisa ou outra, se adaptar em outras situações e, também, por ter que lidar com aquela coisinha chata chamada dinheiro – desavenças por causa disso são muito comuns em viagens em grupo e você não vai querer um episódio desses durante seu passeio. Em suma, viaje com alguém que você levaria para a vida inteira.

 

Agora é só colocar o cinto e ter uma boa viagem!

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Pelo Mundo Com o Mundi: Montevidéu!

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Montevidéu, a capital do Uruguai, é um destino muito procurado pelos brasileiros – tanto pela proximidade, como também por causa da vantagem do Real em relação ao Peso Uruguaio. Sem contar que o acesso é bem fácil: não precisa de visto, nem mesmo de passaporte – mas o RG tem que ter menos de 10 anos de emissão e não vale carteira de motorista!

Na capital, explore o Centro Histórico, não deixe de ir ao Mercado do Porto para comer as famosas carnes uruguaias com papas fritas acompanhadas de vinhos, espumantes ou cerveja. Não deixe de ir a, pelo menos, um cassino e conheça Punta Carretas e Pocitos, o bairro chique de lá, onde você pode dar longas voltas pela orla.

Se quiser conhecer os arredores, pegue um ônibus ou alugue um carro e visite a simpática Colônia del Sacramento ou escolha o caminho oposto e vá para Punta del Este, um dos mais charmosos e luxuosos balneários do mundo.

 

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Um lugar diferente: Nova Déli!

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Quem faz a escolha de ir viajar para Nova Déli (ou Nova Delhi), faz uma escolha incrível, e isso está diretamente relacionado a experiência de vida. Diferente de várias viagens pelo globo, a capital da Índia apresenta muitas misturas logo de cara. Isso vai do fato de fazer um mix da cultura milenar indiana com o moderno, assim como, em uma mesma rua, ter carros do ano no mesmo lugar por onde andam as vacas. Tome cuidado apenas no trânsito, conhecido por ser caótico, e vai com tudo nessa viagem!

Como chego?

Nova Déli tem seu próprio aeroporto e a viagem para lá, saindo de São Paulo, leva entre 19h e 28h horas – já contando aí com a parada, que sempre tem. Essas paradas geralmente ocorrem em Doha, mas seu voo pode parar também em Madrid e Londres.

De quais documentos preciso?

Para visitar a Índia, você precisará de um visto – a vantagem é que não há nenhuma grande burocracia para emitir, sendo possível fazê-lo pela internet mesmo, mas é preciso ter atenção, apesar dessa simplicidade. O visto custa 60 dólares e tem a validade de trinta dias. Para mais informações, é só dar um clique aqui.

Você também precisará tomar a vacina contra a febre amarela, que deve ser tomada com, no mínimo, dez dias antes de embarcar. Detalhe: não esqueça de obter a Carteira de Vacinação Internacional em um escritório da Anvisa.

O pessoal do blog 360meridianos.com, que já morou na Índia, relatou que foram aconselhados a tomar a vacina contra a paralisia infantil! Mas essa, assim como as vacinas contra tétano, raiva e hepatite A, não são obrigatórias, porém aconselháveis.

E a comida?

Vale lembrar que as vacas são animais sagrados, logo elas nunca estarão disponíveis para consumo. Por lá você irá comer carneiro ou galinha, se não quiser dispensar a carne. Se for vegetariano (a), a dica é comer o panner kofta – que são bolinhas de queijo de cabra com molho feito com especiarias. Para quem gosta de chá, o de massala é bastante comum para ser bebido a qualquer momento do dia. Para o café da manhã, tem os curds – que é um iogurte.

E não se preocupe: sempre tem um restaurante que oferece comidas mais ocidentais como pizza, hambúrguer, sanduíche e massa para dar aquele help na hora de se alimentar.

O que posso fazer por lá?

A capital da Índia oferece opções de diversão para tudo e todos: no mesmo lugar que tem a famosa bagunça indiana, também tem lugares chiques, moderninhos e festas badaladas. Visite templos, museus, aprecie o comércio e vá, pelo menos, até a cidade de Agra – que tem o famoso Taj Mahal.

Alguns dos pontos de destaque em Nova Déli são:

O Portão da Índia (foto no início do post);

O Túmulo de Humayun — que serviu de inspiração para a construção do Taj Mahal e é considerado Patrimônio Mundial pela Unesco;

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O Templo de Lotus — ideal para quem curte arquitetura e para quem quer exercer a espiritualidade; (foto no final do post)

O Memorial do Gandhi — que reconstrói a vida e a morte do grande ícone da Índia, Mahatma Gandhi;

E para fazer comprinhas e ir a lugares legais para comer, vá ao Connaught Place.

O que mais devo saber antes de ir para lá?

Uma coisa interessante e divertida: tudo lá é negociável antes da compra (lembra do núcleo marroquino de O Clone? É tipo isso…), e isso vai de lembrancinhas até serviços prestados, então não se acanhe, é normal.

A regra para isso é clara: nunca aceite o primeiro preço. O comum, dizem, é chegar a um acordo quanto o valor atingir, pelo menos, a metade do que foi dito pela primeira vez.

Ah, e vale dizer: tudo lá é bem barato, e o Real apresenta vantagem em cima das Rúpias (uma Rúpia são cinco centavos brasileiros, mais ou menos).

Higiene: infelizmente não é um dos destinos que mais preze por limpeza no mundo. É comum encontrar lixo pela rua, e sempre fique atento se a água do seu chá, por exemplo, foi fervida. Além disso, só beba água mineral (veja se a tampa realmente estava lacrada). Procure andar com papel higiênico e álcool gel na bolsa ou na mochila, pode ser uma boa saída caso você esteja fora do hotel.

Trânsito: evite pegar a estrada enquanto estiver na Índia, além de ser caótico, as estradas são ruins, o ritmo é lento e existem muitos acidentes. Para viajar por dentro do país (e se for possível, viaje!), opte pelo sistema ferroviário, que é ampla e pode-se conseguir bilhetes online!

Embaixada da Índia: indianembassy.org.br/

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