Dúvidas do Viajante

Dia da Amazônia: Conheça a floresta de uma maneira diferente

Hoje é dia da Amazônia e o Mundi encontrou pra você uma nova maneira de descobrir a maior floresta do mundo.

Hoje, 5 de setembro, comemora-se o dia da Amazônia, a maior floresta do mundo. A mata, que cobre grande parte do território brasileiro, também abrange áreas de outros países da América do Sul como Venezuela, Guianas, Suriname, Bolívia, Colômbia, Peru e Equador.

A Amazônia ganhou ano passado o título de uma das Sete Novas Maravilhas da Natureza pela fundação New Seven Wonders e a cada ano têm aumentado o número de turistas que desejam conhecer o local.

O ecoturismo é o principal atrativo da região. Lá o turista tem a oportunidade de conhecer e valorizar a importância da floresta tropical e os habitantes que nela vivem que são os principais responsáveis por sua conservação.

Uma maneira relativamente nova de conhecer a floresta são os cruzeiros feitos pelos rios Negro e Solimões que vem sendo procurados cada vez mais por turistas de todo o mundo. Existem diversos navios que fazem este tipo de passeio, mas o principal deles é o Grand Amazon, da empresa espanhola Iberostar.

Com capacidade para 150 passageiros, os passeios saem de Manaus e percorrem em média cem quilômetros floresta adentro, em três ou quatro dias de viagem. O navio possui piscina, academia e um serviço de hotel de luxo, mas esses não são os principais atrativos do cruzeiro. Aqui o que interessa não é o que está dentro do barco, mas sim a natureza ao redor.

A maior bacia fluvial do mundo oferece aos turistas experiências únicas com os animais da região. Durante toda a viagem é possível ver botos nadando pelo rio, acompanhar a pesca de piranhas, observar e ouvir sons de diversos tipos de pássaros e a noite encontrar jacarés pelo rio.  Uma vantagem de se fazer um cruzeiro no rio é que as correntezas são mínimas e consequentemente é difícil alguém enjoar no barco como acontece no mar.

Alguns locais da floresta são obrigatórios de se visitar, como o encontro das águas dos rios Negro e Solimões, um fenômeno natural provocado pela confluência das águas escuras do Rio Negro com as águas barrentas do Rio Solimões. Por mais de 6 quilômetros, as águas dos dois rios correm lado a lado sem se misturar em decorrência da diferença entre a temperatura, a densidade das águas e da velocidade de suas correntezas.

Outro grande atrativo da região é a culinária local. Diferente de qualquer outra no mundo, a culinária amazônica têm sua raiz na culinária indígena com um pouco de influência da portuguesa e da africana. Os pratos mais apreciados são os pescados de água doce como o tambaqui, o tucunaré e o pirarucu, este último conhecido como “bacalhau da Amazônia” por ter sua carne branca e muito macia. As frutas da região, como o açaí, cupuaçu e a graviola também chamam a atenção por seus sabores exóticos e únicos.

É possível fazer um tour virtual pelo barco, mas lembre-se que este é o atrativo menos importante comparado com todos os atrativos naturais que a floresta pode lhe oferecer.