Dúvidas do Viajante

Dublin: Primeiros passos na cidade

Se você estiver pensando em passear pelo Reino Unido nas suas próximas férias, dê uma esticadinha e tente visitar a Dublin e seus arredores, cheios de verde e atrações encantadoras.

Por Laura Schneider

Dublin, capital da República da Irlanda, certamente não é a primeira opção de muita gente na hora de decidir um roteiro de viagem. Mas é uma cidade alegre, jovem, culta, cheia de história e mistérios e bastante voltada para o turismo. E, além de ser famosa por ser a capital dos pubs, é também berço de vários escritores conhecidos, tendo sido nomeada em 2010 pela UNESCO como a “cidade da literatura”.

Os irlandeses são extremamente simpáticos, disponíveis e estão sempre prontos a ajudar, dar informações e dicas. A cidade já foi tomada pelos vikings, pelos celtas, pelos normandos e pelos ingleses. Apesar da Irlanda não estar ligada ao Reino Unido desde que foi declarada República, você irá encontrar muito da Inglaterra em Dublin. Dos ônibus de dois andares (dessa vez, amarelos) às lojas e cadeias de farmácias e supermercados. A única diferença é que lá a moeda é o Euro e o custo de vida, bem mais barato.

Ao chegar, a melhor opção é pegar um taxi do aeroporto para o hotel. O aeroporto de Dublin fica a 10 quilômetros do centro de Dublin. Por isso, vale a pena se locomover de taxi na cidade. Do aeroporto para o hotel, você vai gastar entre 10 e 20 euros. Essa será a única vez que você precisará usar meio de transporte em Dublin. A cidade é bem pequena e dá para fazer tudo a pé, se você tiver disposição. De qualquer forma, o sistema de ônibus funciona muito bem. Como a cidade é minúscula, não existem metrôs e o trem passa apenas em poucos lugares.

É muito fácil se localizar em Dublin, pois os bairros são divididos por números. Ao norte do Rio Liffey (que corta a cidade em dois), os códigos postais são ímpares (Dublin 1, Dublin 3 e assim vai) e ao sul, os números são pares. As inúmeras pontes que unem os dois lados da cidade compõem o cenário ao longo do rio, umas muito antigas e outras, bem modernas. Todas, porém, dotadas de charme e histórias para contar.